Oposição nega acordão na CPMI do INSS, mas não vota convocação do irmão do Lula

Oposição nega acordão na CPMI do INSS, mas não vota convocação do irmão do Lula

Randolfe, líder do governo, monitora os oposicionistas Carlos Viana (Podemos-MG) e Alfredo Gaspar (União-AL), presidente e relator da CPMI do roubo no INSS - Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado.

Porto Velho, RO
- O senador Eduardo Girão (Novo-CE) lembrou a “Velhinha de Taubaté”, personagem de Chico Anysio, aceitando o papel de negar notícias sobre o acordão na CPMI para não convocar a depor Frei Chico, irmão de Lula (PT) cujo sindicato foi um dos mais beneficiados pelos bilhões surrupiados no INSS. Girão nem sequer participou do conchavo, a portas fechadas, mas se prestou a chamar de “fake news” o vazamento do acordão. Deveria, antes, ter feito um teste simples para conferir. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Para conferir o acordão, Girão deveria apresentar requerimentos de convocação de Frei Chico e dos demais 41 sindicalistas suspeitos.

O conchavo para blindar Frei Chico não especificou o pelegão, irmão de Lula, mas “delimitou” a convocação de sindicalistas suspeitos.

O acordão com o Planalto prevê que requerimentos serão aprovados “em bloco”, após “filtro” dos líderes, e sob aprovação “consensual”.


Fonte: DP Redação
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