Servidores de prefeituras e outros órgãos vão receber treinamento para auxiliar contribuintes de localidades distantes no Estado

Contribuintes de regiões mais distantes poderão receber atendimentos e orientações

Porto Velho, RO - Na última semana foi dado o ponta pé inicial ao projeto que pretender facilitar o acesso de atendimento dos contribuintes em regiões mais distantes. Já neste primeiro momento a prefeitura de Porto Velho, de Colorado do Oeste e a Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia – Emater são parceiras do projeto. O programa ainda está em fase de finalizações, mas pretende atuar primeiramente com o treinamento de servidores públicos dessas instituições, e posteriormente também com outros parceiros para ampliar o alcance de serviços oferecidos pela Secretaria de Estado de Finanças.

Uma das maiores dificuldade enfrentadas é o acesso do contribuinte as unidades de atendimento e informações da Secretaria de Estado de Finanças – Sefin, além do desconhecimento dos benefícios da regularização. Podendo orientar três tipos de público: o cidadão que paga impostos como o Imposto Sobre Propriedade de Veículo Automotor (IPVA), e tem dificuldades às vezes em emitir um documento de arrecadação de receitas estaduais – Dare. O empreendedor e o produtor rural, tanto um apoio na formalização quanto na hora de imprimir uma nota fiscal eletrônica.

O objetivo é ganhar braços e expandir o atendimento a todo Estado. A meta é em 25%, uma estimativa essa assistência ao contribuinte através do atendimento na agência virtual passar de 11.340 usurários para 14.175 contribuintes.

Para o coordenador da Receita Estadual da Sefin, Antônio Carlos Alencar do Nascimento o projeto de expansão da rede de atendimento vai ampliar as possibilidades e alcançar lugares que hoje não é possível a Sefin estar. “Assim, chegar mais perto e dar acesso a informações e serviços, evitando a perda de oportunidades, como o caso dos produtores rurais que, muitas vezes, deixam de vender seus produtos por não ter acesso a nota fiscal, não saber como funciona e sem uma orientação presente muitas vezes vendem para um atravessador”.
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