Rússia dispara mísseis contra cidades da Ucrânia

Vizinhos da Ucrânia se preparam para receber refugiados

Porto Velho, RO - Ucranianos que fogem da guerra começaram a chegar na Polônia nesta quinta-feira (24).

Uma das cidades que está recebendo famílias é Medyka. O ministro da Saúde da Polônia afirmou que os hospitais do país está aumentando o número de leitos dos hospitais para poder atender pessoas feridas.

Outros países que fazem fronteira com a Ucrânia, como a Romênia e a Eslováquia, afirmaram que não há um volume significativo de pessoas agora, mas há relatos em redes sociais descrevendo a chegada de ucranianos.

A Eslováquia deslocou 1.500 soldados para a região de fronteira para receber famílias que fogem da guerra na Ucrânia.
Segunda onda de ataques

Ucrânia está sendo atingida por uma segunda onda de mísseis, de acordo com um assessor próximo do presidente Volodymyr Zelensky.

Um correspondente da agência de notícias Reuters ouviu explosões em Kiev às 12h no país (cerca de 7h de Brasília).

Um dirigente do Ministério do Interior da Ucrânia disse que centros de comando em diversas cidades, inclusive Kiev, foram alvos de ataques por mísseis.

De acordo com dirigentes do governo da Ucrânia, a primeira onda de bombas começou pouco depois do anúncio feito pelo presidente Vladimir Putin de que seria iniciada uma operação militar.

Uma testemunha disse à agência Reuters que há uma fumaça preta saindo do prédio da sede do serviço de inteligência do Ministério da Defesa.

Pelo menos 18 pessoas morreram na cidade de Odessa em um ataque, de acordo com as autoridades da região. Outras 6 morreram em Brovary, perto de Kiev.
Aliado de Putin: para evitar guerra na Europa, é preciso 'desmilitarizar' Ucrânia

O líder da Câmara dos Deputados da Rússia, Vyacheslav Volodin, afirmou que a única forma de evitar uma guerra na Europa é desmilitarizar a Ucrânia, de acordo com a agência de notícias russa RIA.

Volodim é um aliado do presidente Vladimir Putin.
Embaixada pede para brasileiros em Kiev ficarem em casa, exceto em caso de sirenes

A Embaixada do Brasil na Ucrânia pediu para os brasileiros que moram em Kiev a ficarem em casa, exceto se houver ativação de sirenes.

Em mensagem aos cidadãos por meio de um aplicativo de mensagens, a representação diplomática orientou ainda os brasileiros a não se dirigirem à embaixada.


Fonte: G1
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