Prefeitura de Porto Velho ainda não se manifestou sobre realizar ou não o carnaval 2022 mesmo com o aumento de Covid-19 e Influenza H3N2


Porto Velho, RO - O Brasil entrou em 2022 com novos casos de Covid-19 e do vírus Influenza H3N2 pipocando. Hospitais lotados e Unidades de Básicas de Saúde (UBS) apontam para uma crise sanitária que não vai demorar para explodir, principalmente quando os resquícios das aglomerações do Natal e do Ano Novo aparecerem.

Em meio a queda de braço com organizadores de festas e empresários, prefeitos das principais cidade do país estão na corda bamba entre agradar quem desejam lucrar a qualquer custo e entre ver o sistema de saúde o caos, mas com responsabilização para os mesmos.

O prefeito de São Paulo Ricardo Nunes (MDB) decidiu nesta quinta-feira (06) após conversar com representantes da Secretaria Municipal de Saúde e a Vigilância Sanitária cancelar o carnaval de rua.



Em Porto Velho Rondônia, o prefeito Hildon Chaves (PSDB) ainda não tem uma posição sobre se irá permitir ou desautorizar o carnaval de rua na capital que conta com casos altíssimos da Covid-19 e agora do vírus Influenza (H3N2) que já provocou, inclusive diversos óbitos.

Na quarta-feira (05), o secretário de Estado da Saúde Fernando Máximo, informou que a Sesau estaria ampliando o número de leitos para crianças no Hospital Cosme e Damião. Além disso, informou que 23 pessoas estavam internadas, 13 em estado grave, sendo um bebê e uma adolescente na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) justamente por conta do vírus Influenza H3N2.

Prevendo o pior por conta das aglomerações, a Banda do Vai Quem Quer, o mais notório bloco de carnaval de rua de Porto Velho cancelou ainda no ano passado a festa que costuma reunir mais de 150 mil foliões. Para a presidente, Siça Andrade, “o cancelamento é uma forma de respeitar a população, as famílias e principalmente as vítimas quer perderam a vida para Covid-19”.

Fonte: News Rondônia
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